Quarta-feira, 13 de Abril de 2011

Crise (em chinês) - Perigo + Oportunidade

 

Falámos de um peixe nipónico muito irrequieto na última sessão. Ainda se recordam do seu nome? Entretanto, nesta semana, "pesquei" uma notícia dos nossos vizinhos Terceirenses que deixo à vossa consideração. Disse Vizinhos?!? Perdão! VIZINHAS! Em tempos de crise, um pouco por todo o mundo, muitas vezes são as mulheres as primeiras a dar o exemplo.

 

Falando ainda de mulheres com M maiúsculo, deixo-vos também uma pergunta para o vosso "Trivial de Saberes Fundamentais":

- Quem foi Maria da Fonte? / Que propósitos teve o movimento encetado por Maria da Fonte?

 

Enquanto a fábrica de Vila Franca do Campo encerra,- por falta de pescado para transformação, segundo li no Açoriano Oriental na semana passada,- atentem nesta boa nova protagonizada pela Associação de Mulheres de Pescadores e Armadores da Ilha Terceira (AMPAIT):

 

Açores - Pescadores iniciam projecto de pesca e turismo No Porto de São Mateus, em Angra do Heroísmo, Açores

 

Arranca em Junho um projecto que casa pesca e turismo. Embarcar turistas em pesqueiros e partir à descoberta do mar é a sugestão da Associação de Mulheres de Pescadores e Armadores da Ilha Terceira (AMPAIT). O projecto, inovador a nível regional, deve arrancar em meados de Junho, permitindo aos participantes «um contacto directo com a pesca artesanal, a vivência diária das gentes da terra e como se relacionam com o resto do mundo», salientou Maria da Glória Brasil, presidente da AMPAIT, entidade promotora deste projecto. «Esperamos ser originais, atrair pessoas que nunca tenham vivido ou queiram renovar experiências no mar, mas também queremos que pescadores e armadores possam ganhar mais algum dinheiro», afirmou Maria Glória Brasil. Maria da Glória Brasil revelou que «estão preparadas três embarcações cabinadas, com nove metros e capacidade para transportar entre seis e oito turistas, que se podem deslocar até seis milhas da costa para, durante três a quatro horas, vivenciarem a pesca nas ilhas». Quem quiser «embarcar» na pesca-turismo terá de desembolsar entre 70 a 80 euros, que dão direito a uma refeição a bordo e a dois quilos do pescado ou meio quilo mais uma refeição que poderão cozinhar eles próprios num dos restaurantes da zona do porto de pesca. Durante a viagem, os participantes na pesca-turismo receberão informação sobre as espécies de peixes, muitas únicas dos Açores, além de explicações sobre o clima, o ambiente e a gastronomia local. A presidente da AMPAIT sublinha ainda que se «pretende dinamizar a restauração e o artesanato da freguesia de S. Mateus, nos arredores de Angra do Heroísmo, cidade classificada como Património Mundial pela UNESCO». Antes de iniciarem esta nova tarefa, os pescadores vão frequentar um curso de formação, que, segundo a presidente da AMPAIT, abordará «as particularidades da arte de bem receber visitantes locais, nacionais e estrangeiros». Esta formação será orientada por pessoas ligadas ao turismo regional e nacional e direccionada para armadores, mestres de barcos, guias e radioamadores, num total de 15 pessoas.

 

"Pescado" por Pedro Chorão, em Café Portugal | quarta-feira, 13 de Abril de 2011

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Pesca do Atum (rabilho) nos Açores

 

Pesca do Atum (rabilho) nos Açores

 

publicado por rtiatpovoacao às 23:43
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Domingo, 10 de Abril de 2011

"Ser poeta"... a caminho de Al...Garbe

Ante - Scriptum: Pergunta(s) para o vosso Trivial de Saberes Fundamentais? - De que língua derivam os vocábulos portugueses começados por "AL"? - O que significa "Al Gharb" (ou) Gharb al-Ândalus?

Traz-me à memória viagens da minha infância, da Serra Da Serra da Estrela para o Algarve, cruzando o "Além...Tejo". Meu pai começava uma jornada de 7 horas de viagem às 6 da madrugada, levando numa garrafa térmica 5 bicas que bebericava pelo caminho, para fugir à bigorna dos 40º que se sentiam fora do carro. Não havia ar condicionado no carro... . 4 horas volvidas, dizia-me assim: "Ali é Vila Viçosa!" A minha mãe, professora de Português, respondia : "Terra da Florbela Espanca!". Meu pai colocava no leitor de cassetes Trovante e os 3 cantávamos "Ser Poeta é ser mais alto..." E 2 horas de viagem restavam para completar UMA de muitas "odisseias" , que desembocavam no Al...Garbe! UM Alentejo amarelado ficava para trás das costas... UMA quinzena de Verão azul tínhamos pela frente :)

Pedro Chorão

publicado por rtiatpovoacao às 18:28
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